Por que engordamos na perimenopausa
- Queda do estrogênio: favorece o acúmulo de gordura no abdome e piora a sensibilidade à insulina.
- Perda de massa muscular: a partir dos 30 a 40 anos, perde-se músculo progressivamente; menos músculo significa menor gasto calórico em repouso.
- Resistência à insulina: comum nessa fase, dificulta a queima de gordura e aumenta a fome por carboidratos.
- Função da tireoide: hipotireoidismo, mesmo subclínico, reduz o metabolismo e agrava fadiga e retenção.
- Cortisol elevado pelo estresse crônico: estimula o depósito de gordura abdominal e a compulsão alimentar.
- Sono ruim: aumenta a fome, reduz a saciedade e piora a resistência à insulina.
- Medicações: alguns antidepressivos e corticoides favorecem ganho de peso.
Sintomas que sugerem causa hormonal ou metabólica
- Ganho de peso concentrado no abdome, com mudança do formato do corpo.
- Dificuldade de emagrecer apesar de dieta e exercício consistentes.
- Fome fora de hora, vontade de doce à tarde e à noite, compulsão no período pré-menstrual.
- Cansaço que atrapalha treinar e sono não reparador.
- Inchaço, intestino lento e sensação de metabolismo travado.
- Queda de cabelo, pele seca, unhas fracas e sensação de frio (possível tireoide).
Como é feita a avaliação
- Composição corporal: para diferenciar gordura, músculo, gordura visceral e retenção, e medir progresso além da balança.
- Exames metabólicos e hormonais: glicemia, hemoglobina glicada, insulina e resistência à insulina, perfil lipídico, TSH e T4 livre, hormônios sexuais, vitamina D, ferro e ferritina, função hepática e renal.
- História alimentar, de atividade física e de sono, para identificar o que está sabotando o resultado.
- Rastreamento de compulsão alimentar e de fatores emocionais envolvidos no comer.
Investigação clínica aprofundada
A avaliação da Dra. Andressa Lacerda integra histórico clínico, exames hormonais e laboratoriais, fatores metabólicos, qualidade do sono, saúde mental, uso de medicamentos, estilo de vida e contexto de relacionamento. Tratar apenas um lado da equação costuma trazer resultado parcial e temporário.
Abordagem: transformar o metabolismo, não fazer dieta relâmpago
- Correção do que está desregulado: tireoide, resistência à insulina, deficiências nutricionais e, quando indicado, o desequilíbrio hormonal da menopausa.
- Treino de força como prioridade: reconstruir massa muscular devolve gasto calórico e melhora a glicemia.
- Ajuste alimentar sustentável: proteína adequada, fibras e redução de ultraprocessados e álcool, sem restrições radicais.
- Sono e estresse: tratar insônia e reduzir cortisol têm efeito direto sobre o peso.
- Medicação, quando indicada: fármacos para obesidade e para controle glicêmico em casos com indicação clínica, com acompanhamento e reavaliação.
- Acompanhamento longitudinal: ajustes periódicos conforme a resposta.
Limitações
Nem todo o peso é reversível na mesma velocidade, e resultados sustentáveis levam tempo. O objetivo não é um número na balança a qualquer custo, mas melhora da composição corporal, dos exames metabólicos, da disposição e da saúde a longo prazo.
Sinais de alerta
- Perda de peso rápida e não intencional (investigar causa).
- Palpitações, tremores e insônia após uso de fórmula manipulada.
- Aumento abdominal desproporcional e rápido, com inchaço.
Emagrecimento com acompanhamento médico em Mogi Guaçu
A Dra. Andressa Lacerda atende na Clínica Longevità, no Jardim Camargo, em Mogi Guaçu-SP, recebendo mulheres de Mogi Mirim, Itapira, Aguaí, Estiva Gerbi e região que buscam entender a causa do peso que não responde e recuperar disposição e saúde metabólica.
Você faz tudo certo e o peso não sai? Agende uma avaliação para emagrecimento com causa hormonal e metabólica.
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